Tiago Bettencourt

Tiago Bettencourt

19 Dezembro
@Casa da Música

Porto

21:00h

Luis Valente

PREÇO
Entre 18€ e 40€

No dia 19 de Dezembro, o cantor Tiago Bettencourt actuará no Coliseu dos Recreios naquele que será um espectáculo em formato 360º.

Cumprirá o seu sonho de tocar na Casa da Música no dia 17 de Dezembro.

Depois do enorme sucesso do espectáculo de Dezembro passado no Coliseu dos Recreios, foram vários os pedidos dos fãs do músico para que se voltasse a fazer um concerto em formato 360 graus, com um palco mais intimista, mais perto das pessoas.

Um formato que voltasse a colocar Tiago ao centro, um pouco elevado com a banda à sua volta, com três microfones para ir rodando e cantando em todas a direções. Com um espetáculo de luzes simples, mas único, que complementasse na perfeição todo o percurso do concerto e que o elevasse a uma nova dimensão. Que passasse pelo último disco, pelos antigos, por David Bowie e fosse vivido intensamente.

Estes concertos terão uma condicionante muito especial e contarão com a possibilidade de compra de bilhete + meet & greet solidário. O valor deste encontro entre fãs e artista reverterá na totalidade para a IPSS Mansarda, a Instituição Particular de Solidariedade Social, que tem como missão ajudar artistas em situações precárias.

Os bilhetes estarão disponíveis para venda no sábado, dia 1 de Junho, às 10h, nos pontos de venda oficiais.

Tiago Bettencourt divulgou uma nova canção “Manhã”, gravada ao vivo no Coliseu dos Recreios em 2018.

Nas palavras de Tiago Bettencourt «como sempre, mais do que de histórias, a minha música fala de momentos. É isto que acontece com esta canção. “Manhã” é a descrição de um movimento a acontecer em câmara lenta e o descobrir de uma ideia que se quer para sempre. Como um abrir de olhos no presente, a tomada de consciência e a promessa que daí advém. O arranjo é minimal, dando espaço às palavras ditas sem pressa, como um segredo ao ouvido. É uma canção para quem tiver tempo para respirar mais devagar ao ritmo de um solo de guitarra que quase já fazia parte da nossa memória».