Dulce Pontes Regressa ao Roster da Universal Music

Dulce Pontes Regressa ao Roster da Universal Music

Redacção

Dulce Pontes será representada no nosso país pela Universal Music Portugal, em parceria com a agência de management Doctor Zivago. A diva da música popular portuguesa está a preparar um novo projecto, com lançamento previsto ainda para este ano.

«Dulce Pontes é incontornavelmente uma das maiores figuras do panorama musical português, destacando-se pela versatilidade da sua voz e pela emoção que transmite em cada canção que interpreta. É, por isso, com grande orgulho que anunciamos que a artista está de regresso à Universal Music para um novo projeto discográfico, a ser lançado ainda em 2021», diz a Universal em comunicado. Um regresso, 18 anos depois do álbum “Focus”, fruto da colaboração com o compositor italiano Ennio Morricone, editado em 2003.

O press release recorda, caso fosse necessário, que Dulce Pontes é uma das artistas mais internacionais de Portugal.  Ao longo da sua carreira soube cruzar fronteiras de diversos géneros musicais, em colaborações com artistas como Andrea Bocelli (“O Mar e Tu”, um dueto cantado por Dulce Pontes em português e por Bocelli em língua napolitana, para o seu álbum de 1999, “Sogno”), Ennio Morricone (com quem também tocou ao vivo, em tournée), Cesária Évora, Caetano Veloso, Marisa Monte, Estrella Morente, Carlos Núñez, Giorgos Dalaras, Stefanos Korkolis, Waldemar Bastos ou Eleftheria Arvanitaki.

Actuou em salas de renome mundial como o Royal Albert Hall, em Londres, o Carnegie Hall, em Nova Iorque, a Arena de Verona, o Auditorium Parco della Musica, em Roma, o Palácio Mazda de Milão, o Palácio de Congresso de Paris ou o Fórum Internacional de Tóquio. A artista chegou ainda a actuar ao lado de José Carreras na abertura oficial da eleição das novas 7 Maravilhas do Mundo, tendo interpretado juntos o tema “One World”, da sua autoria.

Entretanto, Dulce Ponte desafiou o reconhecido músico cubano Yelsy Heredia, um dos contrabaixistas mais prestigiosos da atualidade, nomeado para um Latin Grammy, para a co-produção, lado a lado, deste novo projecto, que se revela um trabalho de grande versatilidade e com uma marca visivelmente contemporânea. A artista volta a explorar com sapiência as suas raízes musicais, desde a música tradicional portuguesa ao fado, mas abre ainda mais os horizontes, abordando sonoridades mais jazzísticas e a música latina. Este será o seu primeiro álbum em quatro anos, desde “Peregrinação”, editado em 2017.

EGITANA