Robbie Williams apresentou-se em Lisboa, numa Altice Arena esgotada de português e muitos ingleses.
O britânico desejava ter sido Sinatra ou, pelo menos, um dos elementos do Rat Pack. O destino trocou-lhe as voltas e, em vez de salões cheios de glamour, charutos e champanhe, toca em grande arenas. Todavia, Robbie Williams faz tudo para viver essa ilusão e transpor essa mesma experiência para a sua plateia. Dessa forma, ao fim de 25 anos, o seu sucesso no Reino Unido só tem paralelo com Elvis Presley e Williams veio a Lisboa provar porquê.
https://www.youtube.com/watch?v=sFSzHUdxui0
Uma extravagância de entretenimento pop/rock, ruidosa, divertida e cheia de excessos, esta XXV Tour, que celebra os seus 25 anos de carreira a solo.
A base da digressão foi o álbum “XXV”, que compila alguns dos maiores êxitos e canções favoritas dos fãs reorquestradas por Jules Buckley, Guy Chambers e Steve Sidwell, e regravadas com a aclamada Metropole Orkest na Holanda. O álbum tornou-se #1 de Williams nas tabelas britânicas, mas o seu single de maior sucesso permanece “Angels”, extraído do seu álbum de estreia, “Life Thru A Lens”, que editou em 1997, depois do êxito com os Take That.
As desventuras da boys band de Manchester foram o centro deste espectáculo meio confessional – a dada altura em “The Flood”, Williams interrompe a banda e aponta um indivíduo a subir a escadaria do primeiro balcão, dirigindo-se ao WC, depois de uma caricata interacção diz ao público: «Imaginem a lata, sair a meio de Take That, só eu posso fazer isso». A sua turbulência estadia nos Take That rendeu uma boa meia-hora de história e escárnio dirigido aos antigos colegas e a si próprio.
LÊ AQUI A REPORTAGEM COMPLETA AO ARTIGO.
https://www.youtube.com/watch?v=8DVa1tFwFo8












































