Ghost em Lisboa: Nameless Ghouls prestam homenagem a Marie Fredriksson dos Roxette

Ghost em Lisboa: Nameless Ghouls prestam homenagem a Marie Fredriksson dos Roxette

Nero
Inês Barrau

Durante o duelo de solos de guitarra dos Nameless Ghouls, Fire e Éter, no concerto dos Ghost, os suecos prestaram homenagem à sua conterrânea, Maria Fredriksson, dos Roxette.

Os Ghost actuaram em Lisboa no dia em que se soube da morte de Marie Fredriksson dos Roxette. Durante um “duelo de guitarras” protagonizado pelos Nameless Ghouls ouviu-se o riff do hit “It Must Have Been Love”. Carrega no vídeo (em baixo) para ver esse momento a partir do 07h00.

Os Nameless Ghouls das guitarras (Fire e Éter) seguram, em cada extremidade do palco, as Hagstrom semelhantes às Gibson RD que, pasme-se, os Ghost ressuscitaram… E a Gibson renunciou aos Ghost!

Podes ler na nossa review ao concerto (onde nem elogiamos, por aí além, esse duelo de solos) que, agora, os guitarristas usam modelos Hagstrom. Os modelos RD, ou melhor, as Hagstrom Fantomen são instrumentos em mogno, com o sistema de truss rod H-Expander e escala Resinator, com uma extensão de 25.5” capaz de oferecer um pouco de mais definição no ataque, tal como mais sustain do que as escalas mais curtas. Ainda assim, depois da digressão com Metallica, a banda mudou uma vez mais e agora, com o Nameless Ghoul a dividir-se em vários papéis, fixos existem duas teclistas e apenas dois guitarristas – um deles suspeitamos ser Adam Zaars, dos Tribulation.

(Obrigado Richard Guise pela dica!)