Jon Anderson, “Olias Of Sunhillow” Gloriosamente Reeditado

Jon Anderson, “Olias Of Sunhillow” Gloriosamente Reeditado

Nero

Álbum de estreia de Jon Anderson a solo, “Olias Of Sunhillow” celebra o seu 45º aniversário com uma reedição alargada que inclui nova remasterização das fitas originais e conversão em 5.1 Surround. O disco conceptual do frontman dos Yes é um dos maiores tesouros do prog rock.

No próximo dia 26 de Março de 2021, Jon Anderson vai reeditar o seu álbum de estreia a solo. Foi em 1976 que o frontman original dos Yes lançou o extraordinário (e insista-se no extraordinário) disco “Olias Of Sunhillow”, disco que é um dos maiores tesouros do prog rock e actualmente é criminosamente underrated pelas massas. A reedição, expandida a dois discos, chega via Esoteric Recordings.

O disco está a celebrar o seu 45º aniversário. Tendo sido originalmente editado pela Atlantic Records, o álbum foi bem sucedido comercialmente no Reino Unido, mas foi desaparecendo progressivamente.

Agora, esta nova edição apresenta-se remasterizada, a partir das fitas originais de estúdio, e com o artwork, um trabalho deslumbrante de David Fairbrother-Roe, totalmente restaurado, além de um livrete com uma entrevista exclusiva a Jon Anderson e vários ensaios sobre os temas. Esta edição inclui DVD com o remaster da mistura stereo na resolução 96 kHz/24-bit e uma nova mistura 5.1 Surround Sound.

O disco conceptual conta a história de uma raça alienígena numa viagem épica para encontrar um novo mundo, após a destruição vulcânica do seu planeta de origem. Toda a música e toda a instrumentação de “Olias of Sunhillow” esteve a cargo de Jon Anderson que, naturalmente, assumiu também as vocalizações. As gravações decorreram no estúdio pessoal de Anderson, em Buckinghamshire, condado próximo à área metropolitana de Londres, numa altura em que os Yes estavam em hiato, após a digressão que se seguira ao álbum “Relayer”.

Inicialmente, o álbum foi gravado num pequeno 8-pistas e depois, com mais arranjos, tudo foi trabalhado num 24-track de fita. Anderson viu-se forçado a aprender a tocar teclados e sempre reconheceu a preponderância de Rick Wakeman ou Vangelis na influência deste trabalho.

Enfrentamos tempos de incerteza e a imprensa não é excepção. Ainda mais a imprensa musical que, como tantos outros, vê o seu sector sofrer com a paralisação imposta pelas medidas de combate à pandemia. Uns são filhos e outros enteados. A AS não vai ter direito a um tostão dos infames 15 milhões de publicidade institucional. Também não nos sentimos confortáveis em pedir doações a quem nos lê. A forma de nos ajudarem é considerarem desbloquear os inibidores de publicidade no nosso website e, se gostam dos nossos conteúdos, comprarem um dos nossos exemplares impressos, através da nossa LOJA.

EGITANA