Rikard Sundén, Crimes Infames de Abuso Sexual de Menores e Posse de Pornografia Infantil

Rikard Sundén, Crimes Infames de Abuso Sexual de Menores e Posse de Pornografia Infantil

Redacção

Rikard Sundén, ex-guitarrista dos Sabaton e actual membro dos Civil War, foi acusado e condenado num tribunal sueco por abuso sexual de uma menina de oito anos e posse de pornografia infantil, de acordo com uma investigação do site MetalSucks.

Sundén, que mudou recentemente o seu nome para Johan Andersson, foi condenado por molestar uma amiga da sua filha, quando a menina passou uma noite na sua casa.

Depois de ter apreendido o computador e o telefone do músico, as autoridades também encontraram seis clips de crianças menores de idade envolvidas em actos sexuais. A menina, identificada nos documentos legais como “NN3” para proteger sua identidade, diz que Sundén entrou sorrateiramente no seu quarto durante a noite e levantou o cobertor que a tapava, para depois depois a acariciar por baixo da roupa nas suas partes íntimas.

O MetalSucks relata que, no seu depoimento, Sundén negou os abusos e disse que, provavelmente, teria sido a sua filha a tocar na amiga. O depoimento declara que a teoria do músico é que a sua filha, «que se mexe muito durante o sono, pode ter tocado na NN3 com as mãos e os pés enquanto dormia. A NN3 cometeu então um erro ao pensar que tinha sido ele».

A mãe da menina testemunhou em tribunal e afirmou ter notado uma mudança total de comportamento e atitude na filha, que costumava ser calma e confiante e passou a ter medo de dormir sozinha, desde o sucedido. Um professor, por seu lado, confirmou que a menina passou a comportar-se de uma forma muito retraída após o incidente.

Quanto às acusações de pornografia infantil, Sundén admitiu ver vídeos do género, mas negou que os arquivos fossem dele, alegando que outras pessoas poderiam ter acesso ao seu computador, incluindo colegas de banda e o proprietário anterior do laptop em questão.

Quanto à pornografia encontrada no seu telefone, o músico afirma não saber que a protagonista dos vídeos era menor de idade. A acusação afirmou, no entanto, que Sundén agiu com intenção e «o crime deve ser considerado grave, pois os filmes retratam crianças que são particularmente expostas a coerção sexual e violência sérias e foram exploradas de maneiras particularmente cruéis».

Rikard Sundén, foi condenado a nove meses de prisão e a pagar cerca de 5.236 euros por danos.

Via LOUD!

EGITANA