Viriatada Abril #5: PZ, Xinobi, Paraguaii, Beautify Junkyards, Neon Soho, OQ?, Entre Outros

Viriatada Abril #5: PZ, Xinobi, Paraguaii, Beautify Junkyards, Neon Soho, OQ?, Entre Outros

Redacção

Mais uma semana, mais uma ronda de Viriatada, o espaço que a AS dedica aos lançamentos da música portuguesa.

A música nacional merece ser partilhada. Existem novos lançamentos todos os dias, todas as semanas, todos os meses, e qualidade é coisa que não falta! A nossa rubrica Viriatada reúne alguns dos destaques da música portuguesa todas as semanas. Poupamos-te o trabalho, só tens de visitar a Arte Sonora, conhecer, ouvir e partilhar.

SEBENTA – “Ao Teu Lado” // Este é o mais recente single do trio composto por Paulecas na voz e no baixo, Fadista na bateria e Ricko na guitarra. «”Ao Teu Lado” é a melhor expressão que encontramos para uma nova fase que se apresenta para os SEBENTA, para um novo capítulo da nossa música e da atualidade que vivemos. Temos de voltar aos palcos e este tema reflete exatamente isso: temos de estar mais unidos, lado a lado, fazendo disso a fotografia do nosso tempo, que é este!», explica Paulecas. Os SEBENTA estão a terminar as gravações de um disco que vai ter como novidade a apresentação de alguns temas cantados em inglês, entre outras surpresas.

PZ – “Selfie-Destruction” // Já está disponível o sexto álbum de originais do artista portuense que continua a trilhar o seu caminho pijamístico dentro da sua particular estética “do it yourself”. Mais uma vez, a produção ficou a cargo de PZ, desta feita, forçosamente confinado no seu quarto/estúdio que serviu de pano de fundo tanto para as músicas como para a “selfie” que originou a capa do álbum: «um auto-retrato em forma de catarse com um olhar que evoca uma certa esquizofrenia que se espalha pelos 12 temas». Seguindo a veia electrónica que percorre a sua carreira, PZ expõe «as suas dúvidas, destrói as suas neuroses e usa o humor perante a trágica condição humana. Tudo serve para transformar fragmentos da memória em peças musicais, mesmo as memórias recentes de uma pandemia que continua a assolar o Mundo». Nas palavras de Pz: «Este foi o disco que me fez sentido fazer nesta altura surreal das nossas vidas. Expus-me e atirei-me de cabeça nestas músicas onde deito cá para fora o que vai cá dentro. Algumas reflectem estes tempos, outras nem tanto. Há uma música que é inspirada pelas tardes de domingo que passava em casa da minha avó, a “Dona Elisa”; há outra onde acho tudo “Uma Anormalidade”; e ainda outra onde demonstro as minhas “Incompatibilidades” com as personalidades que chocam dentro de mim. Eu quero mesmo é estar “Em Paz Na Minha Guerra”, mas é difícil quando dantes era só croquetes e agora é “Fruta e Canivetes”. “Tá tudo, vou ficar de olhos postos no Futuro!”». “Selfie-Destruction” está disponível na Meifushop em CD e MP3, bem como nas plataformas digitais como o Spotify, Apple Music, Tidal, entre outras.

XINOBI – “Steady” // O novo single de Xinobi, “Steady”, foi editado pela editora londrina Anjunadeep, um dos selos mais respeitados da música de dança a nível mundial. O single conta com as vozes do duo Vaarwell e já está disponível nas plataformas digitais. A Anjunadeep tem acompanhado Xinobi ao longo dos anos. Criada em 2005 pelo trio britânico Above & Beyond e James Grant, a Anjunadeep tornou-se uma das mais importantes editoras independentes de música electrónica a nível mundial. Com mais de 500 lançamentos, uma enorme comunidade internacional de fãs, tem ainda a reputação de organizar festas imperdíveis pelo mundo inteiro. O primeiro encontro do produtor com a editora foi em 2017, quando o tema “Far Away Place” foi remisturado pelos fundadores Jody Wisternoff e James Grant, e ainda no single “Skulls”. No início de 2021, Xinobi e Anjunadeep encontraram-se de novo, desta vez na 12ª compilação da editora “Anjunadeep 12”, com mais de 50 faixas, para a qual o produtor português contribui juntamente com Vaarwell, com o tema “Steady”. O duo português sediado em Londres, com um disco de longa duração, dois EP’s e vários singles, colaborou com Xinobi pela primeira vez em “Far Away Place”. Agora, juntam-se de novo para nos apresentarem “Steady”, que podes ouvir a seguir, assim como uma extended mix.

HOMEM EM CATARSE – “Sete Fontes” // Já está cá fora o novo disco de Homem em Catarse. Com edição em formato cd e k7 via Regulator Records, “Sete Fontes” foi produzido no âmbito do programa de apoio à criação artística Trabalho da Casa promovido pelo gnration. Composto ao piano, o LP oferece «uma reflexão sobre o território, de forma delicada e emotiva». Misturando field recordings a um piano cujas melodias se inserem «na mesma linha emotiva que vai desde as sonatas de Beethoven à ‘Blame Game’ do Kanye West», Afonso, o Homem em eterna Catarse, oferece-nos «não pausa mas continuação – a pausa de uma pausa. Destas fontes sai o recobro, sai a mestria de uma solidão boa, não imposta, a que se guarda na gaveta mal se puxa de um telefonema, de uma mensagem electrónica, de um encontro. Destas fontes sai a vida e devemos dar graças por, apesar da tragédia, ainda estarmos vivos. Isso é catarse». Está igualmente disponível um vídeo para o tema “Rua do Souto Deserta“.

PARAGUAII – “Propeller” // Os Paraguaii acabam de lançar “Propeller”, o seu 5º álbum de originais, já disponível em todas as plataformas digitais. Para acompanhar este lançamento, editam também single com videoclipe do tema “All My Feelings Fall In Love”. O quinto trabalho de originais dos Paraguaii traz-nos «a disrupção completa e abraça uma nova identidade estética». A surpresa, diz a banda, «não está no caminho adoptado; este estava a ser traçado já há algum tempo». A surpresa, sublinham, está «na forma como se conseguiu atingir e concretizar os oito temas que fazem de Propeller um trabalho que vai ao âmago» da criação da banda. «Imaginamos Propeller como o nosso “Kid A”. Onde há sombra, vemos luz e no momento em que vemos luz logo nos aparece o nublado. É para este confronto de opostos que devemos estar preparados. Há momentos de densidade mas também há momentos onde tudo flui com uma suavidade que, ao colocarmos tudo numa balança, vemos os dois pesos a fazer espelho. Tudo é doseado sob uma arquitetura estética, quase mecânica, mas que nunca deixa de soar a um trabalho orgânico».

MARTIM SEABRA – “The Days Are Just Packed” // Martim Seabra apresenta o seu primeiro álbum “The Days Are Just Packed”. Abdicando do seu título de Fisherman, o artista estreou-se sob o seu próprio nome no início de 2021 com os singles “Rosalie” e “I’ll Follow The Sun”. O disco de estreia de Martim Seabra, diz o autor, «distancia-se da sonoridade “rough” do primeiro EP», “And The Crowd Goes… Mild”. Neste novo trabalho, Martim «estica a corda com canções quase country, apelando a temas sonoros retro e a um dip saudável numa piscina cheia de sintetizadores e baixos modelados». A acompanhar o seu lançamento, chega-nos também o teledisco para a canção “When You’re Mad At Me”, dirigido por Pedro Farinha Fernandes. «Num jogo de luzes e sombras assentes num deslumbrante cenário, produzido por Mariana Tudela, assistimos à procura de palavras refletida nos microfones com que o artista se vai confrontando ao longo do vídeo».

JOÃO CANEDO – “Solo Song” // João Canedo estreou o single “Solo Song”, gravado no estúdio ARDA, com o apoio da DGArtes e editado através da Sincronia de Sons. Sobre o novo tema, o compositor, que se estreou em 2011 com o álbum “Horas”, explica: «A verdura de todas as possibilidades está fundada na terra que com calcanhares calcamos. No solo cai a semente que vibra calor. Cria ritmo, palpitação e cresce a planta que não se escolhe e tão generosamente se aceita. Daquele lugar que a viu parir, desabrochar e a verá desaparecer, não se moverá. O chão, despido, assiste impavidamente sem mudar o ciclo da natureza. Feliz do ser que, só, se despe de apanágios para se entregar como é. E se tenha presente esse saber para se usar no dia em que se regresse ao Solo».

NEON SOHO – “Fear Dear” // O trio pop electrónico lisboeta Neon Soho anuncia a edição do seu álbum de estreia para 8 de Outubro. Produzido por Rui Maia (X-Wife, Mirror People) e apoiado pelo Fundo Cultural da SPA, o primeiro single, “Fear Dear (radio edit)”, já está disponível e tem vídeo de Ana Viotti, num ensaio visual sobre «estar sozinho, estar consigo muito ou até demasiado tempo». A banda explica que o tema começou por ser «cru, com uma estrutura melódica hipnótica e simples, tão plana quanto suave, de emoção apática». Segundo os Neon Soho, «foi a voz que trouxe a interioridade do sentimento, a solidão da dor, os medos dos prazos, as angústias da saudade que se aproxima, porque se avizinha. Há o desespero que no fim se transforma em resignação e aceitação. Ao transformar o medo em amor, e aceitar religiosamente o medo, ganha-se a liberdade de existir. Há o canto de desespero e da dor, e um contra canto da esperança e do apaziguamento. “Querido medo”, é o cumprimento numa qualquer carta, em que nos dirigimos a um amigo que está longe mas que respeitamos com proximidade, que está ausente mas nos visita sem avisar… É o medo da solidão porque quando se morre, morre-se sozinho».

WILD MAUI – “Entropy” // “Dark Matter” é o título do segundo EP de André Ferreira aka Wild Maui, e conta a história de «uma personagem que procura a sua própria libertação, mas, acima de tudo, de aceitar a sua percepção real sobre o mundo e a vida». Esta personagem irá partilhar cinco músicas que constituem «cinco passos catárticos até atingir a plenitude que tanto procura, através de uma história única e contínua, assente numa sonoridade que contempla os estilos Dark Wave e Witch House». “Entropy” é o primeiro momento a ser apresentado, onde «a personagem partilha o seu mais profundo estado de tristeza e desespero, lutando contra os demónios que habitam na sua mente, na procura incessante de uma resolução para o seu sofrimento». Visualmente, cada música é acompanhada por uma ilustração que ganhará vida e movimento, aquando do seu lançamento. As cinco faixas que contam a história de Dark Matter serão apresentadas uma a uma, acompanhando uma linha cronológica específica e vão formar o seu uno aquando do lançamento do EP no dia 24 de Setembro de 2021.

LUÍS BARBOSA – “Há Que Aproveitar” // Luís Barbosa partilhou uma nova canção com o título “Há Que Aproveitar”. Segundo o músico, «esta tema foi feito com o intuito de transmitir uma mensagem positiva – há que aproveitar a vida. Nos tempos que correm é urgente aprender a viver. É esta a principal mensagem». O tema tem música e letra de Luís Barbosa, que também cantou e tocou ukelele e kazoo. O baixo e o piano são da autoria de Pedro Silva, que assinou a mistura, a masterização e a realização do vídeo.Luís Barbosa foi nomeado ao ISSA AWARDS nas categorias de “International Male Single of the Year” com o tema “Time Will Bring Us All Together”; “International Male Vocalist of the Year”; International Songwriter of the Year” e “International Emerging Artist of the Year”, através da “Internacional Singer-Songwriters Association” – associação com base nos Estados Unidos da América, Atlanta, Georgia.

CÁLCULO feat. NASTYFACTOR – “Boo” // “Boo” é o título do single que antecipa o novo álbum de Cálculo, “Royale”, com data de lançamento apontada para 7 de Maio. Este single conta com a colaboração de nastyfactor, dos Grognation. O vídeo foi um desafio a um amigo do rapper de Barcelos, Zimmerman, que já tinha feito o vídeo de “Complicado” e que «tem por hábito criar videos com mais movimento e dinamismo». Nesta produção, Zimmerman «encontrou uma nova aventura, um vídeo de planos mais fixos, gravado no belíssimo Museu dos Biscainhos, Palácio do século XVII, transformado em museu em 1978 e que tem um resultado final prometedor».

BEAUTIFY JUNKYARDS – “Painting Box” // Já está disponível nas plataformas digitais – e no dia 14 de Maio na loja da editora Ghost Box – o novo single dos Beautify Junkyards. O Lado A é composto por uma versão da canção “Painting Box”, dos The Incredible String Band, que resulta de uma colaboração entre a banda e Belbury Poly, alter-ego de Jim Jupp, um dos fundadores da Ghost Box, que já conta com meia dúzia de discos lançados, bem como singles e EPs, na editora de culto britânica. O Lado B do single é um tema inédito dos Beautify Junkyards chamado “Ritual in Transfigured Time”. Em Janeiro deste ano, os Beautify Junkyards lançaram “Cosmorama”, o quarto disco de longa duração do sexteto. O álbum, de 11 canções, conta com participações de Nina Miranda (Smoke City) e Alison Bryce (dos nova-iorquinos Lake Ruth), bem como do harpista Eduardo Raon (Hipnótica, Bypass, Power Trio).

OQ? – “OQ?” // OQ? é um novo projecto experimental de «um músico já com uma longa carreira na música que decide agora lançar-se incognitamente, de modo a poder libertar-se de todas as percepções que o público possa ter do seu trabalho». O EP de OQ?, homónimo, surge «após alguns anos com o projecto em aberto sem o tempo necessário para realmente se abraçar nele. E, não fosse o tempo o que mais tivemos no último ano, também a necessidade do criador se reinventar tornou-se ainda mais imperativa». Criado inteiramente através do seu iPhone, este EP homónimo integra também uma «forte componente visual da relação da expressão artística com o espaço urbano». OQ? é, segundo o seu misterioso autor, «um projecto em construção, instável na linha contínua do processo e estacionável em cada momento em que é apresentado, voltando ao caminho assim que se inicia a performance. É partindo da música electrónica disruptiva, crua e bruta, da tela, do desenho e da improvisação que OQ? vai desenvolvendo o seu universo ímpar. É obscuro e assim pretende ficar para que tudo o que surgir no mundo externo à sua performance não lhe pertença e seja da responsabilidade dos receptores. É espiritual na pretensão de que essa espiritualidade seja o caminho para um bem-estar através da absorção de frequências graves e sons profundos que são consumidos e reflectidos pelo corpo». OQ? apresenta-se ao público no próximo dia 13 de Maio no CCOP, Porto. Mais informações aqui.

RAPAZ EGO – “Quero Tanto” // O tema “Quero Tanto” é a nova antecipação de “Vida Dupla”, de Rapaz Ego, que chega de vez às lojas digitais a 14 de Maio pela Cuca Monga. “Vida Dupla” será o primeiro LP do multi-alter-ego de Luís Montenegro, nome com o qual assina nos Salto e no Conjunto Cuca Monga ou enquanto produtor e multi-instrumentista (para a Capicua, por exemplo). «Se nunca deu jeito/porque é que eu quero tanto?», questiona Rapaz Ego neste single. Adaptando a pergunta à cerimónia da edição do LP, a resposta parece estar em si contida: «querer é suficiente». Todas as histórias que se dignem têm inícios infelizes, diz o autor. «Sim, dignar é de baixo para cima e, para além do mais, quanto mais execrável a peça, melhor sabe vê-la limpa», acrescenta, em jeito de conclusão e apresentação. “Quero Tanto” junta-se então à faixa título “Vida Dupla” e “Ponto Cruz“.

SANDRA BULLET – “Prisão de Sonhos” // Sandra Bullet aproveitou o confinamento para produzir o primeiro álbum de originais no seu estúdio. Enquanto o disco não vê a luz do dia, a artista mostra o single “Prisão de Sonhos”. Sem possibilidade de tocar ao vivo «e com uma quebra de trabalho acentuada», a cantautora e multi-instrumentalista Sandra Bullet decidiu usar algumas gravações efectuadas pelos elementos da sua primeira banda, Ricardo e Eduardo, e trazer as suas primeiras composições de novo à vida: aproveitou esta paragem para gravar o que faltava (guitarra e voz), misturar e masterizar e vai finalmente lançar um álbum completo, com as 15 músicas que fizeram juntos, celebrando assim o 15º aniversário da banda e da sua carreira.

SPHEX & D-LAY – “Um Trocado” // Depois de em 2020 ter apresentado o single “Na Pista”, o rapper da Serra da Estrela, PascoaL, apresenta-se agora como SPHEX, para nos trazer aquele que é o primeiro avanço do projecto em conjunto com o rapper e produtor de Vila Real, D-Lay. Com rimas de SPHEX, e instrumentais de D-Lay, “Com Fim Na Mente” é o nome do disco que irá sair já no próximo mês. Até lá, aqui fica “Um Trocado”, tema em que SPHEX nos leva a viajar na pele de um homem e a sua nova realidade depois de ter sido despedido. “Um Trocado” tem produção e mistura e D-LAY e masterização de Raze (Da Funky Lab).

ISAAC PIMENTA – “Desfecho” // Isaac Pimenta é músico e produtor licenciado em Ciências Musicais e com um curso de Produção e Criação Musical na ETIC, tendo ainda participado no The Voice Portugal 2019. Isaac acaba de lançar o single “Desfecho”, que fala sobre «uma relação amorosa que não deu muito certo. É um tema pop que reflecte um pouco as minhas influências musicais nos últimos tempos, que vão desde Finneas e Billie Eilish a Diogo Piçarra».

BEATRIZ ROSÁRIO – “Ficamos Por Aqui” // Beatriz Rosário, 22 anos, lança agora o primeiro single “Ficamos Por Aqui” com a influência da nova geração da música portuguesa. Desde cedo que a música está presente na vida da artista. Os discos do avô foram a porta de entrada no universo do fado, aliados aos incentivos da sua avó Rosário para que explorasse o seu talento. Assim, surge o nome artístico de Beatriz Rosário, com o objectivo de homenagear a matriarca. A jovem fadista acredita que se não tivesse sido a influência dos avós, não estaria agora a lançar o seu primeiro single. Está previsto o lançamento completo do EP até ao final de 2021 com distribuição de Sony Music Portugal. O single está disponível nas plataformas digitais e vem acompanhado pelo videoclipe realizado por Rúben Valle. Beatriz Rosário, «a nova alma do fado, garante que as novidades não ficam por aqui».

DÚBIA – “Estamos Cegos” // Os Dúbia são uma banda de pop rock cantado em português que se formou em 2018 na Margem Sul, com músicos vindos das mais diversas áreas musicais e que decidiram «sair da sua área de conforto e apostar num pop rock mais enérgico, com diversas influências, onde se destaca voz de Ana Margarida, vocalista que começou por ser conhecida dos portugueses como a representante de Portugal no saudoso concurso televisivo Bravo Bravíssimo». Os Dúbia atiram-se agora «de cabeça numa fusão assumidamente retro e moderna, entre os anos 80 e a contemporaneidade, entre o fado e o gótico, entre o pop e o rock». É este o sentimento dúbio que querem fazer surgir em quem ouve a sua música. «Uma caixinha de surpresas cantada em português, para melómanos e amantes de sons que já se fizeram e ainda estão por fazer». Apresentam-se ao mundo com o primeiro single, “Estamos Cegos”. Uma música «sobre os tempos de incerteza dos caminhos que temos percorrido e a esperança que agora se abre».

DJODJE – “You” // Djodje regressa aos lançamentos com o tema “You”, que sucede ao single “Bela”. O novo tema presta «homenagem à dura realidade de muitas mães que saem do conforto do seu país à procura de oferecer melhores condições aos filhos. Uma homenagem dançante ao amor eterno, da coragem, de quem ama verdadeiramente os seus». “You” enlaça a «história de uma mãe que vai à procura de uma história feliz, e que conquista o amor de um homem que se deixa apaixonar pela força desta mãe, corajosa e guerreira».

JOÃO BOTA – “O Que é Que eu Fiz de Mal?” // João Bota está de regresso à música com o single “O que é que eu fiz de mal?”. João Bota fala em regresso, porque  já esteve incluído no meio musical nacional, em parte devido à sua participação no programa de televisão Operação Triunfo. Então, a que se deve este regresso? O músico explica que «a ausência inicialmente foi algo propositado para me concentrar na minha carreira. Investi muito após a Operação Triunfo, quer financeiramente, quer mentalmente, para que a minha carreira na música resultasse. Infelizmente, não correu tão bem como imaginava. No entanto, sabia que era uma questão de tempo até voltar. Não sabia era quanto tempo. Acabou por ser mais do que o que queria mas aconteceu naturalmente». À pergunta se este novo single é auto-biográfico, João Bota responde que esta música em questão é, de facto, auto-biográfica, explicando: «Histórias antigas que vou guardando na memória. No entanto, acho que são histórias que se podem passar com qualquer pessoa. Nem todas as minhas músicas são auto-biográficas, pode ser a história de alguém próximo ou uma versão dela. Gosto de escrever coisas com que as pessoas se possam relacionar, tipo ‘É pá, já passei por algo parecido’».

MIGUEL GIZZAS – “Comandante das Ruas” // Aqui está o videoclipe de “Comandante das Ruas”, o novo tema de Miguel Gizzas que já toca nas playlists de várias rádios locais de norte a sul do país incluindo duas das maiores rádios nacionais. Este vídeo conta a história de Juma, personagem do novo romance do autor, “Lugar para Dois”, finalista do Prémio Leya, cujo cine-concerto iniciará em breve a sua tour nacional. “Comandante das Ruas” é o primeiro single do novo álbum de Miguel Gizzas, “Lugar para Dois”, que integra os temas do seu novo romance musical com o mesmo título.

ZÉ TRIGUEIROS – “Meta” // “Depois de “Pés no Mar, Mãos na Lua“, Zé Trigueiros está de volta com uma nova canção: “Meta” é o segundo single de 2021 e foi mais uma vez produzido pelo britânico Nicholas Caffrey no sul de França. O single vem acompanhado de um mini-filme, realizado pelo próprio Zé Trigueiros e que podes ver a seguir.

SHANGE – “Nothing For There Beyond” // “Nothing For There Beyond” é o título do mais recente projecto que resulta da colaboração entre o multi-instrumentista SHANGE com LANIAKEA. “NFTB01″ e “NFTB02” são os dois temas que compõem este EP em que a gravação, produção e masterização ficou a cargo dos seus criadores. Uma mistura que foi capaz de juntar o conforto encontrado «numa estética IDM com um rasgado perfil pelo caminho do techno. Esta melódica viagem é iniciada por SHANGE, onde revivemos sonoridades características dos singles “EMBRYO” e “HEADSPACE”, e explode com a distinta força heavy e techno de LANIAKEA». O master é da responsabilidade de João Rodrigues no Tema Mastering e o artwork de Marcelo Pestana.

CLÁUDIA CORREIA FEAT NINA COUTO – “Pergunta ao Tempo”// “Pergunta ao Tempo” é o primeiro single da colaboração das compositoras Cláudia Correia e Nina Couto. Junta o lado eletrónico da Cláudia com a vertente Pop da Nina. Contam também com um videoclip feito pelas duas, onde mostram, através de uma boneca, que o tempo passa mas que há coisas que não mudam. Levantam a questão “quanto tempo é que tens?” E criam uma paisagem de incerteza e desespero de mudar. Cláudia Correia já conta com 4 álbuns e já produziu o trabalho de vários artistas, incluindo os dois primeiros singles da Nina, onde deixa sempre a sua identidade. Nina Couto começou a compôr e a divulgar os seus originais em 2020 e aceitou o convite de Cláudia para criar letra e dar voz ao tema que foi lançado no dia 30 de Abril.

SIUL SOTNAS – O Eremita// Siul Sotnas lançou um novo vídeo para o single “O eremita” que teve as colaborações especiais de Pedro Dionísio, Marciano e Bia Maria nos coros do refrão. O vídeo contou com a participação de Maria Jeromito, Mia Santos, Marciano e Joel Ferreira e a realização de Luís Santos e Raquel Carrilho. Em Abril de 2017, Siul lançou “Destroços de uma bomba atómica”, o seu primeiro disco a solo.

EGITANA