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Wells Valley, Fusão Alquímica

02/04/2015
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A LOUD! Magazine e a Arte Sonora Revista juntam-se mais uma vez para uma noite de ROCK SESSIONS. Em colaboração com a Bleak Recordings e La Maquina, as duas revistas levam ao Sabotage Club duas das mais intrigantes e originais bandas nacionais: Wells Valley e KATABATIC.

Os Wells Valley podem tornar-se, a breve trecho, mais uma das jardas do underground português.  Ao vivo, o som da banda ultrapassa, largamente, aquele que ficou registado no disco. Mais densidade, mais groove e mais peso. Factores que redimensionam a fusão estética do pós metal “Gojiresco” com a execução instrumental “clínica” da cena da Flórida. Comandado por Filipe Correia, um dos arquitectos da técnica cirúrgica dos Concealment, o trio gravou recentemente o seu álbum “Matter As Regent”. Aí fundem Metalurgia, Matemática, Filosofia e Metafísica, num processo de groove e alquimia de guitarras em low tuning.

Depois de terem sido a banda escolhida para abrir a primeira edição do festival Burning Light, naquele que foi também o primeiro concerto da banda, os Wells Valley sobem ao palco do Sabotage Club para apresentar, num set maior, o seu álbum de estreia. O guitarrista/vocalista Filipe Correia e o baixista Pedro Lopes sentaram-se aqui na redacção para desvendar alguma da alquimia que criou o álbum da banda, gravado em registo home studio com o baterista Pedro Mau. Cientes de algumas limitações logísticas com as quais se iriam deparar, explicam como procuram expandir ao máximo um álbum que tem recolhido imenso louvor além fronteiras.

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