No Dia Mundial da Arte, “Keep up the Pace”, o EP de estreia da nova banda de Paulo Rui e Aaron D.C. Edge, propõe uma reflexão urgente sobre o tempo e a forma como o habitamos, quatro temas, dezenove minutos, e um convite direto a olhar para dentro.
Time and the Moth surge da parceria de dois conhecidos de palcos e estrada, Paulo Rui [Besta, Redemptus, Avesso] e Aaron D. C. Edge [The Forest of Knives, The Lumbar Endeavor, Process Black, Hellvetika, Brothers of the Sonic Cloth e Interitio], um projecto concretizado à distância por dois amantes de música pesada e com sentido.
“Keep up the Pace”, dos Time and The Moth, reúne quatro canções que funcionam como um espelho desconfortável mas necessário, convocando uma procura interna em vez da dependência constante dos ecrãs e do ruído exterior. Entre impulsos de transformação pessoal e uma vontade quase febril de experimentar a vida em pleno, o EP equilibra beleza e tensão, consciência e vertigem.
O tempo, aquele que foge, aquele que cura e aquele que mata. Um dos bens mais preciosos da vida e tão menos valorizado. É nele o foco deste projecto e do seu primeiro trabalho, o EP “Keep up the Pace”. As músicas são simbólicas da transformação pessoal e da procura do verdadeiro propósito. Temos um desejo intenso e muitas vezes destrutivo de experimentar a beleza da vida em pleno, mesmo com o tempo dolorosamente curto que temos para isso.
Paulo Rui e Aaron D.C. Edge criaram algo especial com “Keep up the Pace”, oferecendo dezanove minutos de urgência. Estas quatro canções convidam-nos a olhar para o nosso reflexo no espelho em busca da verdade que procuramos, em vez de nos virarmos para os ecrãs dos nossos dispositivos. É uma viagem que vale a pena.
Como as traças, somos atraídos pela luz. Mas, com demasiada frequência, somos iluminados pelos media, amigos, colegas e ídolos, em vez de procurarmos a criatividade, a esperança ou sermos guiados pela verdade e pela ciência.Precisamos de um farol para nos guiar pela turbulência da vida moderna. Ansiamos por um raio de luz mais acolhedor, suave e caloroso que brilhe para todos… não apenas para alguns. Time And The Moth procura essa luz e, uma vez encontrada, reflete-a de volta para os outros, ajudando-os também a seguir em frente.
Toda a instrumentação foi composta, interpretada, gravada e misturada e masterização por Aaron D.C. Edge no Myelin Studio (Londres, Reino Unido). Letra e voz compostas e interpretadas por Paulo Rui, gravadas por Dani Valente no Caos Armado Studio (Santa Maria da Feira, Portugal).
O EP foi antecipado pelo single “Plugged…” está já disponível para audição nas plataformas digitais, marcando o dia mundial da arte.
