Sem papas na língua, mas com profunda devoção para com a arte de estar em cima do palco, Robbie Williams encerrou o 1º dia do MEO Kalorama 2026 com uma ode ao entretenimento.
Portadores de fotografias sonoras reminiscentes de paisagens áridas suspensas no tempo, os Hermanos Gutiérrez estrearam-se em Lisboa com uma performance destinada à pura contemplação. Numa espécie de road trip imaginada, os irmãos suíços, de origem equatoriana, levaram-nos numa viagem musical entre o
O último dia do CA Vilar de Mouros 2026 pedia uma despedida menos arrumada. Depois de quatro dias a saltar entre mundos muito diferentes, o sábado trouxe guitarras mais duras, memória punk, psicadelismo pesado, fusão de estilos, rap metal e uma festa
O quarto dia do CA Vilar de Mouros 2026 abrandou o ritmo, entre o psicadelismo dos Monstro, o rock pesado dos Triggerfinger, o groove contagiante dos WAR e a intimidade de Ben Harper. Um dia de sol, canções, guitarras e memórias partilhadas,
A terceira noite do CA Vilar de Mouros 2026 foi, até agora, a mais forte do festival, numa viagem pelas guitarras britânicas que foi do indie em afirmação ao psicadelismo dos Kula Shaker, passando pela força dos The Lathums e pelos grandes
O primeiro dia do CA Vilar de Mouros 2026 começou por mostrar uma das forças habituais do festival, a capacidade de juntar públicos que nem sempre parecem vir ao mesmo lugar pelo mesmo motivo.
Lesionado, de muletas e com uma perna limitada, YUNGBLUD recusou deixar a condição física travar o fecho do primeiro dia de Vilar de Mouros. Entre saltos numa só perna e uma plateia completamente rendida, transformou a limitação em parte do espetáculo e
O Palco Coura Sem Paredes do Vodafone Paredes de Coura voltou a justificar o nome. Não como palco de espera, nem como simples alternativa ao Palco Vodafone, mas como espaço onde o festival pôde respirar de outra maneira.
O Palco Coura Sem Paredes do Vodafone Paredes de Coura 2026 não viveu apenas de descobertas. Em vários momentos da edição, deixou de parecer palco alternativo e passou a funcionar como um centro próprio de intensidade, risco e comunhão.
No último dia do Vodafone Paredes de Coura, Patrick Watson, Cate Le Bon e MEUTE levaram o Palco Vodafone por caminhos bem diferentes. Da intimidade de um piano à força coletiva de uma formação de metais e percussão, a tarde foi crescendo
Os Amyl and the Sniffers fecharam o Vodafone Paredes de Coura em modo de ataque, num concerto sem abrir e com energia suficiente para transformar o cansaço de quatro dias numa última explosão.
Thundercat levou ao último dia do Vodafone Paredes de Coura um espetáculo onde o baixo foi protagonista absoluto. Entre jazz, funk, R&B e psicadelismo, Stephen Lee Bruner mostrou que o virtuosismo também pode ser dançável, divertido e acessível.