O Palco Coura Sem Paredes do Vodafone Paredes de Coura voltou a justificar o nome. Não como palco de espera, nem como simples alternativa ao Palco Vodafone, mas como espaço onde o festival pôde respirar de outra maneira.
O Palco Coura Sem Paredes do Vodafone Paredes de Coura 2026 não viveu apenas de descobertas. Em vários momentos da edição, deixou de parecer palco alternativo e passou a funcionar como um centro próprio de intensidade, risco e comunhão.
No último dia do Vodafone Paredes de Coura, Patrick Watson, Cate Le Bon e MEUTE levaram o Palco Vodafone por caminhos bem diferentes. Da intimidade de um piano à força coletiva de uma formação de metais e percussão, a tarde foi crescendo
Os Amyl and the Sniffers fecharam o Vodafone Paredes de Coura em modo de ataque, num concerto sem abrir e com energia suficiente para transformar o cansaço de quatro dias numa última explosão.
Thundercat levou ao último dia do Vodafone Paredes de Coura um espetáculo onde o baixo foi protagonista absoluto. Entre jazz, funk, R&B e psicadelismo, Stephen Lee Bruner mostrou que o virtuosismo também pode ser dançável, divertido e acessível.
Quase vinte anos depois do primeiro concerto em Portugal, precisamente no mesmo anfiteatro, os Bloc Party voltaram a Paredes de Coura como cabeça de cartaz.
Do escritório dos Carolina Durante à liturgia eletrónica de M.I.A., passando pelo universo quase celestial de Benjamin Clementine, o Palco Vodafone do Vodafone Paredes de Coura atravessou diferentes linguagens e estados de espírito. Três concertos muito distintos, unidos pela capacidade de transformar
A música de Sérgio Godinho continua a apontar o dedo ao sistema sem perder a capacidade de abraçar quem a escuta.No Palco Vodafone, diante de um anfiteatro cheio e atravessado por várias gerações, esse equilíbrio entre confronto e afeto transformou o concerto
O segundo dia do Vodafone Paredes de Coura fez do Palco Vodafone um lugar de contrastes, entre a força da palavra, a estranheza, a languidez e a beleza instrumental. A Garota Não, Aldous Harding, Kurt Vile e Hermanos Gutiérrez deram corpo a
Os Underworld fecharam o segundo dia do Vodafone Paredes de Coura com um concerto construído para prolongar a noite, suspender o cansaço e transformar a repetição em movimento.
Depois de CMAT transformar o Palco Vodafone numa festa de humor, teatralidade e coração aberto, o primeiro dia do Vodafone Paredes de Coura ainda guardava uma descarga elétrica maior.
O eclipse fez o Vodafone Paredes de Coura parar para olhar para o céu, mas era necessário chamar o público de volta. CMAT tratou disso no Palco Vodafone, entre humor, teatralidade e canções que transformaram rapidamente a suspensão do dia numa festa.
Numa articulação perfeita entre passado, presente e futuro, Pat Metheny regressou a Portugal para nos presentear com uma masterclass digna de uma lenda viva do jazz de fusão. Equilibrando o legado do Pat Metheny Group com a frescura expansiva de "Side-Eye III+",
Com mais de duas décadas de carreira, nove álbuns editados e um lugar garantido na história do indie rock britânico, os Franz Ferdinand estrearam-se no Ageas Cooljazz. Entre temas do mais recente "The Human Fear" e clássicos que marcaram gerações, a banda