Nudez e Muito Sangue no Novo Filme de Glenn Danzig [Trailer]

Nudez e Muito Sangue no Novo Filme de Glenn Danzig [Trailer]

Redacção

Glenn Danzig revelou o primeiro trailer do seu próximo filme, um western spaghetti de vampiros, “Death Rider in the House of Vampires”. O trailer sugere nudez e sangue, muito sangue.

Juntando o amor de Glenn Danzig pelo horror, por vampiros e por westerns italianos, o trailer do filme está mergulhado na atmosfera de “Dollars Trilogy”, de Sergio Leone… Talvez com menos nível cinematográfico, mas com muito mais sangue. O líder dos Danzig escreveu, realizou, foi o produtor executivo e protagonizou “Death Rider in the House of Vampires”.

O filme – o segundo que realiza, depois de “Verotika”, de 2019 – apresenta também uma série de outras caras conhecidas, como os actores veteranos Devon Sawa, Danny Trejo e Julian Sands, liderando um elenco que inclui também o cineasta Eli Roth, Kim Director, Ashley Wisdom e Victor DiMattia.

Quanto ao enredo, centra-se na viagem de Death Rider (Devon Sawa) para o santuário de vampiros do Conde Holliday (Julian Sands). Em Dezembro de 2019, Danzig já tinha confirmado ter acabado de filmar o filme. «Acabámos de terminar o meu western spaghetti de vampiro. É muito diferente, claro, porque não há banda desenhada para seguir. Portanto, tivemos bastante rédea solta no filme… Todas as personagens têm um nome de vampiro tradicional e um nome ocidental tradicional. É um filme baseado no cinema europeu». Glenn Danzig não é o primeiro músico de heavy metal a fazer filmes de terror, seguindo os passos de nomes como Rob Zombie ou Corey Taylor (Slipknot).

O trailer de “Death Rider in the House of Vampires” é uma combinação de sede por sangue e faz lembrar um pouco “From Dusk Till Dawn”, de Robert Rodríguez e Quentin Tarantino, que também envolve vampiros e revólveres. Além disso, o trailer, que podes ver a seguir, sugere muita nudez e derramamento de sangue. O filme não tem ainda prevista data de lançamento.

Enfrentamos tempos de incerteza e a imprensa não é excepção. Ainda mais a imprensa musical que, como tantos outros, vê o seu sector sofrer com a paralisação imposta pelas medidas de combate à pandemia. Uns são filhos e outros enteados. A AS não vai ter direito a um tostão dos infames 15 milhões de publicidade institucional. Também não nos sentimos confortáveis em pedir doações a quem nos lê. A forma de nos ajudarem é considerarem desbloquear os inibidores de publicidade no nosso website e, se gostam dos nossos conteúdos, comprarem um dos nossos exemplares impressos, através da nossa LOJA.
EGITANA