Entrei no recinto quando os brasileiros Natiruts, que abriram o palco principal, davam os últimos acordes. Ainda que o acesso ao recinto tenha sido tarefa fácil graças ao livre passe, é de sublinhar, não consegui evitar um pequeno delay provocado pela viagem, mas felizmente os fotógrafos marcaram o ponto a tempo e horas para reportar em imagem a totalidade deste primeiro dia dos Marés Vivas. O espaço é muito mais modesto, em termos de capacidade, em comparação com, por exemplo, o SBSR, que decorre nas mesmas datas, mas marca muitos pontos pela vista soberba sobre o Douro.
Um olhar de deslumbre para o “postal” à nossa frente é interrompido pela subida ao palco dos Xutos & Pontapés.
A fechar a noite do Festival Marés Vivas, Manu Chao, numa prestação assinalável.
P.S. marcadíssimos para falar com Moby. Aceitam-se sugestões de perguntas!